sexta-feira, 13 de agosto de 2010

SEM MAIS COMENTÁRIOS, APENAS, LEIAM...

Presidência da República
Casa CivilSubchefia para Assuntos Jurídicos
 
Autoriza o Poder Executivo a realizar doação para a reconstrução de Gaza.
O PRESIDENTE DA REPÚBLICA Faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte Lei:
Art. 1o  Fica o Poder Executivo autorizado a doar recursos à Autoridade Nacional Palestina, em apoio à economia palestina para a reconstrução de Gaza, no valor de até R$ 25.000.000,00 (vinte e cinco milhões de reais).
Parágrafo único.  A doação será efetivada mediante termo firmado pelo Poder Executivo, por intermédio do Ministério das Relações Exteriores, e correrá à conta de dotações orçamentárias daquela Pasta.
Art. 2o  Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação.
Brasília,  20  de  julho  de 2010; 189o da Independência e 122o da República.
LUIZ INÁCIO LULA DA SILVA
Celso Luiz Nunes Amorim
Paulo Bernardo Silva


quarta-feira, 23 de junho de 2010

EXTRA- ARTIGO NO THE TIMES DE LONDRES POR JOSE MARIA AZNAR


IMPORTANTE ARTIGO DE JOSÉ MARIA AZNAR NO JORNAL THE TIMES DE LONDRES
                 Apoie Israel: se o país cair, todos nós cairemos
                                       Por: José María Aznar - Ex-Primeiro-Ministro da Espanha entre 1996 e 2004.
                                                                 17 de junho de 2010 - THE TIMES DE LONDRES
Revolta em relação aos acontecimentos na Faixa de Gaza é uma distração. Não podemos esquecer que Israel, nesta região turbulenta, é o maior aliado do Ocidente.
Há muito tempo está fora de moda na Europa falar em favor de Israel. Em seqüência ao recente incidente a bordo de um navio cheio de ativistas anti-Israel no Mediterrâneo, é difícil pensar em uma causa mais impopular para lutar.
Em um mundo ideal, a intervenção do exército israelense sobre o Mavi Marmara não teria terminado com nove mortos e alguns feridos. Em um mundo ideal, os soldados teriam sido recebidos de forma pacifica no navio. Em um mundo ideal, nenhum Estado, muito menos um aliado recente de Israel, como a Turquia, teria promovido e organizado uma flotilha, cujo único propósito era criar uma situação impossível para Israel, fazendo-o escolher entre desistir de sua segurança e do bloqueio naval, ou incitar a ira mundial.
Em nossas relações com Israel, devemos deixar para trás a raiva que muitas vezes desvirtua o nosso julgamento. Uma abordagem razoável e equilibrada deve encapsular as seguintes realidades: primeiro, o Estado de Israel foi criado por uma decisão da ONU. Sua legitimidade, portanto, não deve entrar em questão. Israel é um país com instituições democráticas profundamente enraizadas. É uma sociedade dinâmica e aberta, que tem repetidamente se destacado nos campos da cultura, ciência e tecnologia.  Em segundo lugar, devido às suas raízes, história e valores, Israel é uma nação de pleno direito ocidental. Na verdade, é uma nação ocidental normal, porém diante de circunstâncias atípicas.
Infelizmente, no Ocidente, Israel é a única democracia cuja existência tem sido questionada desde a sua criação. Em primeira instância, foi atacado por seus vizinhos que usavam armas convencionais de guerra. Em seguida, enfrentou o terrorismo que culminou com uma seqüência de ataques suicidas. Agora, a pedido de radicais islâmicos e seus simpatizantes, enfrenta uma campanha de deslegitimação através do direito internacional e diplomacia.
Sessenta e dois anos após sua criação, Israel ainda está lutando por sua sobrevivência. Punido com chuvas de mísseis que caem no norte e sul, ameaçado de destruição por um Irã que tem o objetivo de adquirir armas nucleares, e pressionado por amigos e adversários, Israel, ao que parece, nunca pode ter um momento de paz.
Durante anos, o foco de atenção do Ocidente tem sido, compreensivelmente, voltado ao processo de paz entre israelenses e palestinos. Mas se Israel está em perigo hoje e toda a região está deslizando rumo a um futuro preocupante e problemático, não é devido à falta de entendimento entre as partes sobre como resolver este conflito. Os parâmetros de um acordo de paz em perspectiva são claros, por mais difícil que possa parecer para os dois lados dar o passo decisivo para sua implementação.
As verdadeiras ameaças à estabilidade regional, no entanto, encontram-se no surgimento do radicalismo islâmico que vê a destruição de Israel como o cumprimento de seu destino religioso e, simultaneamente, no caso do Irã, como uma expressão de suas ambições à hegemonia regional. Ambos os fenômenos são ameaças que afetam não só Israel, mas também toda a Comunidade Internacional.
O núcleo do problema reside na maneira ambígua, e muitas vezes errônea, em que muitos países ocidentais estão reagindo a esta situação. É fácil culpar Israel por todos os males do Oriente Médio. Alguns até agem e falam como se um novo entendimento com o mundo muçulmano poderia ser alcançado somente se estivéssemos dispostos a sacrificar o Estado judeu. Isso seria loucura.
Israel é a nossa primeira linha de defesa em uma agitada região que está constantemente sob o risco de cair no caos; uma região que é vital para a segurança energética mundial devido à nossa dependência excessiva de petróleo do Oriente Médio; uma região que forma a linha de frente na luta contra o extremismo. Se Israel cai, todos nós cairemos. Para defender o direito de Israel existir em paz, dentro de fronteiras seguras, requer um grau de clareza moral e estratégica que muitas vezes parece ter desaparecido na Europa. Os Estados Unidos mostram sinais preocupantes de seguirem uma posição no mesmo sentido.
O Ocidente está atravessando um período de incerteza com relação ao futuro do mundo. No sentido amplo, esta incerteza é causada por uma espécie de dúvida masoquista sobre nossa própria identidade; pela regra do politicamente correto; por um multiculturalismo que nos obriga a curva-nos diante dos outros; e por um secularismo que, cinicamente, nos cega, mesmo quando somos confrontados por membros do jihad promovendo a encarnação mais fanática de sua fé. Deixar Israel a sua própria sorte, neste momento crucial, serviria apenas para ilustrar o quanto afundamos e como nosso declínio inexorável agora se torna eminente.
Isto não pode acontecer. Motivado pela necessidade de reconstruir os nossos valores ocidentais, expressando uma profunda preocupação com a onda de agressão contra Israel, e consciente de que a força de Israel é a nossa força e a fraqueza de Israel é a nossa fraqueza, tomei a decisão de promover uma nova iniciativa chamada Amigos de Israel com a ajuda de algumas personalidades, incluindo David Trimble, Andrew Roberts, John Bolton, Alejandro Toledo (ex-presidente do Peru), Marcello Pera (filósofo e ex-presidente do Senado italiano), Nirenstein Fiamma (autor e político italiano), o financista Robert Agostinelli e o intelectual católico George Weigel.
Não é nossa intenção defender qualquer política específica ou qualquer governo israelense em particular. Os patrocinadores desta iniciativa, com certeza, devem discordar das decisões tomadas por Jerusalém em algumas situações. Nós somos democratas e acreditamos na diversidade.
O que nos une, no entanto, é o nosso apoio incondicional para o direito de Israel de existir e de se defender. Os países ocidentais que se unem com aqueles que questionam a legitimidade de Israel, para que estes joguem com organismos internacionais as questões vitais de segurança de Israel, satisfazendo aqueles que se opõem aos valores ocidentais ao invés de se levantar com firmeza em defesa desses valores, não estão cometendo apenas um grave erro moral, mas um erro estratégico de primeira grandeza.
Israel é uma parte fundamental do Ocidente. O Ocidente é o que é graças às suas raízes judaico-cristãs. Se o elemento judeu dessas raízes for retirado e perdemos Israel, também estamos perdidos. Quer queira ou não, nosso destino está interligado.
**Foi Primeiro-Ministro da Espanha entre 1996 e 2004.

terça-feira, 8 de junho de 2010

O Globo - 08 de junho de 2010 - opiniao

Porque passar pela revista no porto de Ashdot?


Entrem no site abaixo e vejam, depois da propaganda, o filme que mostra recipientes abertos expondo as "cargas humanitárias" (armas) nos containers, escondidas atrás de sacos de mantimentos, em um dos vários navios que entram pela faixa de Gaza!

Declaracao do ex-reitor do IFRJ antigo militante do PT. Representa o pensamento do governo atual.

Só para esclarecer, esse texto vem de Israel, de quem vive o problema no dia a dia; de quem pode falar com conhecimento de causa.
Cabe-nos entender que o governo de Israel é uma coisa, o Estado de Israel é outra coisa, o povo israelense uma terceira coisa e
os judeus uma coisa bem diferente disso tudo. Assim como não podemos misturar 11 de setembro com o Islamismo, etc.
Não podemos achar que todos os muçulmanos sejam Sadam Hussein, nem que todos os americanos são George Bush.
Assim como não podemos achar que todos os padres católicos sejam pedófilos.
Mas não podemos ficar alheios aos acontecimentos.
É hora de apoiar os movimentos que se insurgem contra o atual governo genocida em Israel.
Assim como apoiar a luta do povo Palestino por sua auto-determinação e pela conquista de uma nação livre.

PELO FIM DO BLOQUEIO NA FAIXA DE GAZA !

Edmundo

Israel: Um governo de piromaníacos põe fogo no Oriente Médio
31/6/2010, Uri Avnery, Gush Shalom [Bloco da Paz] Telavive (Press-release)
http://zope.gush-shalom.org/home/en/events/1275331484

“Só um governo que já tenha perdido toda a capacidade de se autoconter e toda a conexão com a realidade comete tal crime. Atirar contra ativistas pacifistas, agentes de obra de auxílio humanitário, de várias nacionalidades, tomá-los como inimigos e enviar força militar massiva, em águas internacionais, atirar para matar e matar, é inconcebível!”

“Ninguém no mundo acreditará nas desculpas e mentiras do governo de Israel e dos porta-vozes do Exército” – disse o ex-deputado Uri Avnery, do movimento “Bloco da Paz”. Os ativistas do “Bloco da Paz”, com vários outros grupos, reuniram-se hoje em Ashdod, Tel-Aviv, Haifa e Jerusalem.

Hoje é dia de desgraça para o Estado de Israel. Dia de ansiedade, em que os israelenses descobrimos que nosso futuro está entregue a um bando de alucinados, todos de armas engatilhadas, atirando sem qualquer senso de responsabilidade. Hoje é dia de desgraça e loucura e estupidez sem limites. Dia em que o governo de Israel enlameou o nome do país ante todo o mundo, juntou mais provas, a comprovas que a imagem de uma Israel brutal, agressiva, não é invenção de propaganda. Hoje Israel dá um passo gigantesco afastando-se dos poucos amigos que nos restam no mundo.

Sim, houve ato de provocação no litoral de Gaza. Mas os provocadores não foram os ativistas pacifistas convidados a vir à Palestina e que tentavam chegar. Provocação houve, isso sim, praticada pelos comandos armados e encapuzados dos barcos de guerra, a mando do governo de Israel, que, para bloquear o avanço dos barcos dos pacifistas, não vacilou em atirar para matar, e matar!

É hora de levantar o sítio que sufoca a Faixa de Gaza e que tanto sofrimento causa aos palestinos. Hoje, o governo de Israel arrancou a máscara da face – com as próprias mãos – e mostrou a verdade: Israel jamais “desengajou-se” de Gaza. Nenhum desengajamento há, se Israel bloqueia o acesso à área ou manda soldados com ordem para matar e ferir quem tente chegar a Gaza.

Pelos Acordos de Oslo, há 17 anos, o Estado de Israel comprometeu-se a permitir e estimular a construção de um porto de águas profundas em Gaza, pelo qual os palestinos pudessem importar e exportar livremente seus produtos e o que necessitassem comprar, para desenvolver livremente sua economia. É hora de cumprir o acordado e abrir o Porto de Gaza. Só depois que o porto de Gaza estiver aberto, para livre movimentação, como acontece nos portos de Ashdod e Haifa, então sim, Israel ter-se-á “desengajado” da Faixa de Gaza. Até lá, o mundo continuará – com razão – a considerar a Faixa de Gaza como território ocupado por Israel; e Israel, responsável pelo destino dos seres humanos que vivem lá.

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JORNALISTA YOSSI LAPID VERSUS ESCRITOR PALESTINO ANTON SHAMAS

Abaixo a resposta do jornalista israelense Yossi Lapid para o escritor palestino Anton Shamas que escreveu o seguinte (texto traduzido do francês):

"Senhoras e senhores, chegou o momento, neste dia de festa, de reconhecer com total franqueza e sem sentimento de vergonha e sem baixar os olhos que esse negocio acabou mal. A aventura sionista é um fracasso total.
Anton Shamas "

Eis a resposta de Yossef Lapid:


"Shamas, meu amigo,
Um Estado que exporta sistemas sofisticados de computação e ensina estados sul americanos a plantar melões. Um Estado que exporta todos os meses produtos no valor de um bilhão de dólares para a Europa, EUA e mesmo Japão. Uma democracia exemplar onde os ministros temem os controles e a prestação de contas e onde os juízes só temem a Deus.
Um Estado que possui um dos melhores exércitos do mundo. Um estado onde há poucos crimes de sangue mas muitos excelentes concertos. Onde os fiéis de todas as religiões gozam de liberdade de culto e onde mesmo os leigos são bem-vindos.
10% dos cidadãos do pais são imigrantes novos; 89% acham que apesar de todas as dificuldades (e a Agência Judaica) , é um bom país para se viver. Eis um Estado onde um Anton Shamas é um homem livre, em um dia de festa nacional, é livre de publicar um ataque virulento contra tudo que é caro aos judeus que vivem neste país.
Shamas, será talvez capaz de nos perdoar tudo isso. Mas o que ele não agüenta, é o fato que, apresentados à luz das realizações do sionismo, as falhas dos árabes parecem tão humilhantes e deprimentes. Quantos Palestinos há, meu amigo? Um milhão, dois? Três?
E quantos Estados árabes te cercam? Vinte? Vinte países com reis e ditadores de terror e derramamento de sangue.
Não há uma só democracia árabe com liberdade de expressão e direitos cívicos. Você nos fala de fracasso do Estado de Israel comparado com quem? A Argélia, o Egito? O Iraque? Quantos Árabes há entre o Atlântico e o Golfo pérsico? Cem milhões? Duzentos?
E quantos muçulmanos há? Um bilhão! E eles rezam ao mesmo Alá, em nome do mesmo profeta Maomé. E todos, tantos são e não conseguem resolver o problema do esgoto em Gaza!
Há 47 anos vocês se preparam para a independência palestina, e ainda não conseguem recolher o lixo doméstico de Jericó.
Apesar de todo o petróleo do mundo, não conseguem mobilizar a fraternidade árabe para construir um hospital em Deir Balah.
E
todas as torneiras de ouro puro da Arábia Saudita e todas as Jacuzzis do Kuwait não bastam para fornecer água potável em Jabalya.
Isto
posto, amigo, você sabe muito bem não é?
Se um milhão de judeus vivessem em Gaza, esta cidade se tornaria um paraíso terrestre. Neste momento operários palestinos fariam fila para lá trabalhar.
Se houvesse um bilhão de judeus, os Judeus de Gaza não precisariam de esmola da ONU. Os Judeus do mundo cuidariam dos judeus de Gaza e Gaza seria há muito a pérola do Mediterrâneo.
Vamos lá, Anton Shamas, tudo isso você já sabe, e é bem isso que te exaspera.
É a inveja que te devora e te perde.
Assim, veja, o momento chegou de concluir com total franqueza, sem sentimento de vergonha e sem baixar os olhos: aquilo que não funcionou é a aventura palestina que terminou em fracasso total.
Em meio século, partindo de quase zero, os sionistas forjaram um Estado que lança seus próprios satélites no espaço e fornece à marinha americana aviões espiões sem piloto.
A língua hebraica (uma das maravilhas do sionismo) uniu os sabras aos refugiados dos campos, os judeus sefaradim e os judeus do leste e do oeste.
O sionismo é a maior 'success story' do século XX!
50 anos após a derrota de Hitler e do Mufti de Jerusalém, o sionismo vive e prospera no coração do Oriente Médio, num Estado com 4 e ½ milhões de judeus de cuja sobrevivência em certo momento se poderia duvidar
.

Yossi Lapid"

Aos que se interessam pela verdade II

Oi a todos!!

Primeiro quero agradecer a todos os e-mails preocupados. Eu estou
bem, ótima. Eu peço desculpas por não escrever mais frequentemente,
mas no exército é assim. Não temos tempo para nada.
Sei que todos já estão cansados de ouvir falar do que aconteceu em
Gaza nesta semana, mas como ouvi muitas asneiras por aí, resolvi
contar a vocês a minha versão da história. Eu não quero que pensem que
virei alguma ativista ou algo do gênero. Eu continuo a mesma Ana de
sempre. Mas por ter feito parte desse episódio, não posso me abster de
falar a verdade dos fatos.
EU ESTAVA LÁ! NINGUÉM ME CONTOU. NÃO LI NO JORNAL. NÃO VI FOTOS NA
INTERNET OU VÍDEOS NO YOUTUBE. VI TUDO COMO FOI MESMO, AO VIVO E COM
MUITAS CORES.
Como vocês sabem, eu estou servindo com médica na medicina de
emergência do exército de Israel, departamento de trauma. Isso
significa: medicina em campo.

4:30h da manhã de segunda-feira: meu telefone do exército começa a
tocar. Possíveis conflito em Gaza? Pedido de ajuda da força médica,
garantir que não faltarão médicos. Minha ordem: aprontar-me
rapidamente e pegar suprimentos, o helicóptero virá me buscar na base.
No caminho, me explicam a situação. Há um navio da ONU tentando
furar a barreira em Gaza. Li todos os registros fornecidos pela
inteligência do exército (até para entender o tamanho da situação).
- O navio se aproximou da costa a caminho de Gaza. O acordo entre
Israel e a ONU é que TODOS os barcos devem ser inspecionados no porto
de Ashdod em Israel e todos os suprimentos devem ser transportados
pelo NOSSO exército a Gaza. Isso porque AINDA HOJE, cerca de 14
mísseis tem sido lançados de Gaza contra Israel diariamente. E não
podemos permitir que mais armamento e material para construção de
bombas seja enviado ao Hamas, grupo terrorista que controla gaza.
Dessa forma, evitamos uma nova guerra. Ao menos por agora.
- O navio se recusou a parar. Disseram que eles mesmo entregariam a
carga a Gaza.
- Assim, diante de um navio com 95% de civis inocentes (os outros 5%
são ativistas de grupos terroristas aliados ao Hamas, que tramaram
toda essa confusão), Israel decidiu oferecer aos comandantes do navio
que parassem para inspeção em alto mar. Mandaríamos soldados para
inspecionar o navio e se não houvesse armamento ele poderia seguir
rumo a Gaza. ESSA FOI UMA ATITUDE EXTREMAMENTE PACIFISTA DO NOSSO
EXÉRCITO, EM RESPEITO AOS CIVIS QUE ESTAVAM NO NAVIO. E, SE NÃO HÁ
ARMAMENTO NO NAVIO, QUAL É O PROBLEMA DE QUE ELE SEJA INSPECIONADO?
- Os comandantes do navio concordaram com a inspeção.
5:00h - Minha chegada em Gaza. Exatamente no momento em que os
soldados estavam entrando nos barcos. E FORAM GRATUITAMENTE ATACADOS:
tiveram suas armas roubadas, foram espancados e esfaqueados. Mais
soldados foram enviados, desta vez para controlar o conflito. Cerca de
50 pessoas se envolveram no conflito, 9 morreram. Morreram aqueles que
tentaram matar nossos soldados, aqueles que não eram civis pacifistas
da ONU, mas sim militantes terroristas que comandavam o grupo. Todos
os demais 22 feridos entre os tripulantes do navio, foram ATENDIDOS E
RESGATADOS POR NÓS, EU E MINHA EQUIPE E ENVIADOS PARA OS MELHORES
HOSPITAIS EM ISRAEL.
- Entre nós, 9 feridos. Tiros, facadas e espancamento. Um deles ainda
está em estado gravíssimo após concussão e 6 tiros no tronco. Meninos
entre 18 e 22 anos, que tinham ordem para inspecionar um navio da ONU
e não ferir ninguém. E não o fizeram. Israel não disparou nem o
primeiro, nem o segundo tiro. Fomos punidos por confiar no suposto
pacifismo da ONU. Se soubéssemos a intenção do grupo, jamais teríamos
enviados nossos jovens praticamente desarmados para dentro do navio.
Ele teria sim sido atacado pelo mar. E agora todos os que ainda
levantam a voz contra Israel estariam no fundo mar.
- Depois de atender os nossos soldados, me juntei a outra parte da
nossa equipe que já cuidava dos tripulantes. Mesmo com braceletes
dizendo MÉDICO em quatro línguas (inglês, turco, árabe e hebraico) e
estetoscópios no pescoço, também a nós eles tentaram agredir. Um deles
cuspiu no nosso cirurgião. Um outro deu um soco na enfermeira que
tentava medicá-lo. ALÉM DE AGRESSORES, SÃO TAMBÉM INGRATOS.
- Eu trabalhei por 6 horas seguidas atendendo somente tripulantes do
navio. Todo o suprimento médico e ajuda foram oferecidos por Israel.
- Depois do final da confusão o navio foi finalmente inspecionado.
LOTADO DE ARMAS BRANCAS E MATERIAL PARA CONFECÇÃO DE BOMBAS CASEIRAS.
ONDE É QUE ESTÁ O PACIFISMO DA ONU???
- Na terça-feira, fui visitar não só os nossos soldados, mas também os
feridos do navio. Essa é a política que Israel tenta manter: nós não
matamos civis como os terroristas árabes. Nós não nos recusamos a
enviar ajuda a Gaza. Nós não queremos mais guerra. MAS JAMAIS VAMOS
PERMITIR QUE MATEM OS NOSSOS SOLDADOS.

Só milionário idiota que acha lindo ser missionário da ONU não
entende que guerra não é lugar para civis se meterem. Havia um bebê no
barco (que saiu ileso, obviamente): alguém pode explicar por que uma
mãe coloca um bebê em um navio a caminho de uma zona de guerra? Onde
eles querem chegar com isso? ELES NÃO ENTENDEM QUE FORAM USADOS COMO
FERRAMENTA CONTRA ISRAEL, E QUE A INTENÇÃO NUNCA FOI ENVIAR AJUDA A
GAZA E SIM GERAR POLÊMICA E CRIAR AINDA MAIS OPOSIÇÃO INTERNACIONAL. E
CONTINUAM SEM ENTENDER QUE DAR FORÇA AO TERRORISMO DO HAMAS, DO
HEZBOLLAH OU DO IRÃ SÓ SIGNIFICA MAIS PERIGO. NÃO SÓ A ISRAEL, MAS AO
MUNDO TODO.
E o presidente Lula precisa também entender que desta guerra ele
não entende. E QUE O BRASIL JÁ TEM PROBLEMAS DEMAIS SEM RESOLVER. TEM
MAIS GENTE PASSANDO FOME QUE GAZA. TEM MUITO MAIS GENTE MORRENDO
VÍTIMA DA VIOLÊNCIA URBANA NO RIO DO QUE MORTOS NAS GUERRAS DAQUI. E
PASSAR A CUIDAR DOS PROBLEMAS DAÍ. DOS DAQUI, CUIDAMOS NÓS.

Eu sempre me orgulho de ser também brasileira. Mas nesta semana
chorei. De raiva, de raiva de ver que especialmente no Brasil, muito
mais do que em qualquer outro lugar, as notícias são absolutamente
destorcidas. E isso é lamentável.
Não me entendam mal. Eu não acho que todos os árabes são
terroristas. MAS SEI QUE QUEM OS CONTROLA HOJE É. E que esta guerra
não é só contra Israel. O Islamismo prega o EXTERMÍNIO de TODO o mundo
não árabe. Nós só somos os primeiros da lista negra.

Por favor encaminhem este e-mail aos que ainda não entendem que
guerra é guerra e que os terroristas não são coitadinhos.

Eu prometo escrever da próxima vez com melhores notícias e melhor
humor. Tenho algumas boas aventuras pra contar.

Um beijo a todos

Shabat Shalom

Ana


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